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Funcionários são presos após furtos de peças e celulares em Jundiaí

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura


Dois funcionários de empresas localizadas em Jundiaí foram presos por furto em ocorrências distintas registradas recentemente. Um dos casos envolve o desvio de peças industriais avaliadas em aproximadamente R$ 10 mil, enquanto o outro diz respeito ao furto de aparelhos celulares de uma empresa de logística.


No primeiro caso, um trabalhador foi flagrado com cerca de 5 mil retentores pertencentes a uma empresa instalada no Distrito Industrial. Cada unidade tem valor estimado em R$ 2, totalizando um prejuízo de aproximadamente R$ 10 mil.


De acordo com o boletim de ocorrência, funcionários já vinham percebendo, há cerca de três semanas, o desaparecimento de materiais utilizados na produção, sem conseguir identificar em qual turno ocorriam as subtrações. Diante da situação, e com a autorização da direção da empresa, foi realizada uma fiscalização surpresa, com a verificação dos armários nos vestiários.


Durante a ação, o suspeito retirou de dentro de sua mochila um saco contendo as peças furtadas. Ele alegou que armazenava o material para distribuição entre colegas conforme a demanda de produção. No entanto, a empresa informou que tal procedimento não faz parte de suas práticas internas, além de destacar que o setor responsável pelo uso das peças não estava em operação naquele momento.


A Guarda Municipal foi acionada e conduziu as partes até a Delegacia de Polícia, onde o caso foi registrado. O investigado foi indiciado pelo delegado Carlos Alberto Abrantes.


Já em outra ocorrência, em uma empresa de logística também em Jundiaí, a equipe de segurança identificou uma irregularidade ao perceber que um funcionário acionou o alarme ao passar pelo portal detector de metais.


O trabalhador foi abordado e, durante a revista, foram encontrados em sua mochila cinco celulares novos, pertencentes ao estoque da empresa.


Ambos os casos resultaram na prisão dos envolvidos, que foram encaminhados à Cadeia de Campo Limpo Paulista, onde permanecem à disposição da Justiça.


JR

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